Os chamados robôs realistas, que são aqueles incrivelmente parecidos com humanos, acabam de ganhar mais um membro para a família. Trata-se do novo androide da Toshiba, uma jovem japonesa de nome Aiko Chihara, que parece saída diretamente de um filme de terror oriental.
Chibara tem 15 atuadores na cabeça para a formação de expressões, sem contar os outros 28 que, combinados com ar comprimido e um algoritmo complexo, fazem com que ela movimente braços e mãos de forma suave — ações como estender a mão e "dar tchau". Capaz também de piscar e sorrir, a androide é revestida com silicone.
As ações já ensinadas ao robô incluem o dom da fala (mas apenas em mensagens pré-gravadas, claro) e a linguagem japonesa de sinais. Outros idiomas devem ser adicionados no futuro pela Toshiba, além de melhorias nos movimentos até 2020. Entre as utilidades, estão cuidado de idosos, trabalhos manuais e entretenimento.
O desenvolvimento do algoritmo e da tecnologia de movimento é uma parceria entre a fabricante, o Shibaura Institute of Technology e o Shonan Institute of Technology. O aLab Inc. e a Osaka University ajudaram na construção do físico do androide.

Obs: O robô esta em fase de protótipo.


Não é de hoje que imaginamos o quanto as invenções dos quadrinhos, filmes ou histórias podem ser trazidas para o mundo real. E, quando falamos em acessórios tecnológicos de última geração, com certeza a armadura do Homem de Ferro seria um dos “brinquedinhos” que você provavelmente ficaria interessado em utilizar por aí. Mas será que um dia a veremos concretizada com todas as funções originais?
Este foi o questionamento principal feito para Ariel Williams no siteQuora. Com uma pesquisa apurada, ele trouxe algumas curiosidades interessantes sobre a armadura de Tony Stark e contextualiza como as atuais tecnologias podem estar muito longe ou perto de tornar a ficção uma realidade.

O que ainda não é possível

Para a tristeza de muitos, nem todas as habilidades do Homem de Ferro podem ser utilizadas com as tecnologias atuais. Pois é, se você esperava poder fazer algumas destas coisas a seguir, é melhor saber que pode demorar muito mais do que você imagina...

Voar com propulsores pequenos

O estilo de voo varia conforme as diversas armaduras de Tony Stark, mas a propulsão executada é uma das habilidades mais difíceis de serem concretizadas com a tecnologia atual. Segundo Williams, o problema estaria nos motores dos foguetes e nas vigas do repulsor muito pequenas para transmitir a força necessária para se manter ou acelerar no ar.
A explicação achada pelo autor para a utilização original é que os repulsores da armadura seriam capazes de manipular a gravidade ao redor, possibilitando o voo. No entanto, ele também lembra que qualquer tipo de tecnologia como essa ainda é muito difícil pela tecnologia atual.

Um Arc Reactor

O coração literal do Homem de Ferro não é explicado com muitos detalhes pelos quadrinhos, o que dificulta qualquer tipo de especulação sobre a sua natureza. Só para ter ideia de sua potência, ele é menor que uma lata de refrigerante e é capaz de produzir mais energia que um potente reator de um submarino radioativo norte-americano — o que o torna extremamente poderoso.
As explicações sobre o seu funcionamento envolvem uma energia capaz de se renovar continuamente, quebrando muitas das leis termodinâmicas já existentes. O tamanho do reator também impossibilitaria qualquer tentativa atual, ainda mais quando os processos de energia de uma fonte tão poderosa como ela poderiam queimar um ser humano dentro da armadura. Nada agradável.

O que é possível

Ok, vamos para a parte divertida, que tal? A tecnologia atual nos permite fazer algumas coisas interessantes com as habilidades do Homem de Ferro. Se você está pensando em também utilizar um pouco das características de gênio, bilionário, playboy e filantropo, aqui está algumas coisas que você pode tentar.

Reproduzir a Mark 1

A primeira das armaduras feitas por Tony Stark é simples, mas muito possível de ser reproduzida atualmente. Se você lembra da cena do filme em que ele sai da caverna causando o caos com o lança-chamas e aguentando milhares de disparos, talvez fique um pouco surpreso ao ver as últimas funcionalidades da armadura XOS 2.


O vídeo acima mostra parte do funcionamento do exoesqueleto atual, possibilitando que um soldado possa levantar cerca de 90 quilogramas sem fazer esforço nenhum. Ela possibilita movimentos rápidos e o suporte para uma quantia muito maior de equipamentos — só esperamos que um lança-chamas esteja na lista, não?

Gerador de energia

Não é como um Arc Reactor, mas é possível ter um pequeno gerador para fazer tantos movimentos. Ele permitiria operações mais trabalhosas dos exoesqueletos, principalmente quando o assunto é levantar objetos muito pesados. O detalhe é que essa fonte é externa, mas Williams estima que entre seis ou dez anos já será possível ter esse gerador dentro da máquina.
O único problema, no entanto, seria o recarregamento frequente. Ao contrário do coração do Homem de Ferro, a bateria não conseguiria ser auto suficiente, mas vale lembrar que a Mark 1 também não era totalmente poderosa quando foi construída. Os primeiros protótipos da armadura usavam espécies “transistores”, mas a energia utilizada por elas poderia fazer qualquer fonte normal se esgotar muito rapidamente.

Voar por outras maneiras






Embora não tenha tanto estilo como o original, um jetpack pode substituir a necessidade de voar e ser um brinquedo interessante para atingir os céus. Mas não são as únicas maneiras de conseguir alçar voo, podendo utilizar jatos portáteis ou mesmo mecanismos de propulsão com a força da água, embora todos ainda apresentem grandes desvantagens se comparadas com a armadura original
Mas estamos falando de um gênio, então é melhor reconsiderarmos um pouco nossas limitações atuais, não é?
Apesar de estarmos em um estado muito inicial em toda a tecnologia do Homem de Ferro, já é possível fazer algumas combinações bem interessantes para sair voando por aí e levantando grandes pesos. Com a ajuda de um pouco de computação e uma tecnologia além do nosso tempo, talvez um dia poderemos ter a nossa própria armadura em casa. Que tal a ideia?


 Um robô aquático desenvolvido por uma dupla de pesquisadores do MIT pode representar o futuro da localização de contrabandos. A ferramenta é capaz de localizar mercadorias escondidas até mesmo embaixo d’água, característica que seria ideal para verificação de navios e embarcações marítimas.
Os criadores do dispositivo, o estudante Sampriti Bhattacharyya e o professor de engenharia Henry Asada, apresentaram o trabalho durante a IEEE/International Conference on Inteligent Robots ands Systems, evento realizado recentemente. Eles estimam que o custo unitário de cada uma das máquinas deve ser de aproximadamente US$ 600.
Para construir o robô, ambos utilizaram modelo impresso em uma impressora 3D. A dupla acredita ainda que a partir da produção em grande escala, o custo unitário de cada peça deve cair significativamente. Um segundo protótipo, com recarga wireless, maior capacidade de bateria e habilidade de escanear cascos de navios sem ter que tocá-los já está em desenvolvimento.

Referência


Foto: Reprodução/MIT
    Uma nova pesquisa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) descobriu que trabalhadores preferem receber ordens de robôs do que de pessoas. Além disso, os robôs no comando são mais eficientes do que os chefes humanos.
O estudante de PhD do MIT e líder da pesquisa, Matthew Gombolay, disse que buscava maneiras de garantir que a força de trabalho humana fosse satisfatória e produtiva. “Descobrimos que a resposta está em dar mais autonomia às máquinas, se isso ajudar para que as pessoas trabalhem com mais fluência com colegas de time robôs”, disse.
No estudo, grupos de dois humanos e um robô trabalharam juntos em três condições: manual (em que todas as tarefas eram distribuídas por um humano), totalmente autônoma (todas as tarefas distribuídas pelo robô), e semiautônoma (um humano trabalha sozinho, e o robô delega funções para o outro humano).
A condição totalmente autônoma provou não ser somente a mais eficiente para a tarefa, mas o método preferido pelas pessoas. Os trabalhadores eram mais propensos a dizer que os robôs “os entendiam melhor” e “melhoraram a eficiência do time”.
Gombolay afirmou que dar controle aos robôs não significa que um time de ciborgues irá mandar em tudo, mas que as tarefas são delegadas, programadas e coordenadas via um algoritmo gerado por humanos.


Referencia

Aqui você pode conferir uma pequena gravação do funcionamento do robô...

.

Versão 1.0

O que é?
Um robô de fácil construção e montagem, que você pode fazer com materiais de baixo custo.

Como surgiu?
Do interesse de professores do IF-SC, Campus Florianópolis, em desenvolver uma plataforma robótica facilmente replicável, como meio de incentivo às ciências exatas e tecnológicas.

O desenvolvimento deste robô foi apoiado pelo Primeiro Edital de Apoio a Projetos de Extensão no IF-SC (I APROEX). A equipe executora é formada pelos professores Joel Lacerda (Coordenador), Fernando S. Pacheco e Charles B. de Lima, do Departamento Acadêmico de Eletrônica (DAELN) do Campus Florianópolis e pelo aluno Luciano Silva do Lago, do Curso Técnico em Eletrônica.

Características
Nessa versão 1.0, a plataforma microcontrolada escolhida, por sua facilidade de aquisição, programação e baixo custo é o Arduino (usa microcontrolador ATmega328, família AVR). O chassis é de material plástico (polietileno) e as conexões elétricas são feitas em uma barra Sindal. Também para manter o baixo custo, usamos pilhas de fácil aquisição (tamanhos AA e 9 V).

Materiais

clique para ampliar
  • [A] Uma placa Arduino Duemilanove ou Arduino Uno
  • [B] Dois servomotores (hobby servo) 9 g
  • [C] Uma chapa de polietileno de alta densidade (PEAD ou HDPE, do nome em inglês). Aqui, usamos uma tábua de cortar carne :-)
  • [D] Duas rodas. Aqui, são os rolos que puxam papel de uma impressora usada (rodas com diâmetro de 5 cm)
  • [E] Pequeno pedaço de chapa de alumínio
  • [F] Fios para conexões (AWG 26 a 30)
  • [G] Dois elásticos de dinheiro
  • [H]  Cabo e conector de alimentação para bateria 9 V
  • [I] 1 bateria 9 V (quadrada)
  • [J]  Um porta 4 pilhas tamanho AA
  • [K] 4 pilhas AA
  • [L] Uma barra de conectores Sindal (12 bornes, 4 mm)
  • [M] Duas chaves (microswitch com haste)
  • [N] Dois LDRs
  • Não mostrados na figura
  • Dois espaçadores com rosca (de placa-mãe de computadores)
  • Um palito
  • Uma chave liga-desliga
Ferramentas

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  • [A] Arco de serra comum ou mini
  • [B] Formão
  • [C] Furadeira
  • [D] Martelo
  • [E] Lápis
  • [F] Chave de fenda
  • [G] Brocas 1 mm (não mostrada na figura), 2,5 mm e broca de madeira 5/8" (aprox. 15 mm)
  • [H] Tesoura
  • [I] Lixa
  • [J] Régua
1. Faça o chassis
a. Imprima o modelo que está disponível acima (observe se escala está em 100%; confira com a marcação de 13,6 cm que existe no modelo). Recorte e marque sobre a placa de polietileno.


b. Usando o arco de serra, recorte a placa (na foto, estou fazendo um teste). Você deve levar aproximadamente 30 min nessa tarefa.


c. Faça os furos previstos com a broca menor.
d. Faça o recorte para as rodas com a broca maior (em uma furadeira de bancada, como mostrado na figura, fica mais fácil).


e. Com o formão, faça o acabamento dos recortes. Cuidado! Nunca direcione a lâmina para o seu corpo!
f. Lixe as bordas para um melhor acabamento.

2. Modifique os servomotores
a. Originalmente, um servo desse tipo tem o movimento limitado em 180 graus. Para transformá-lo em um servo de rotação contínua, siga as instruções (excelentes, com várias fotos) do blog de Tod E. Kurt, emhttp://todbot.com/blog/2009/04/11/tiny-servos-as-continuous-rotation-gearmotors/
Se tiver qualquer dúvida ou dificuldade, entre em contato com a gente.
b. Faça as ligações mostradas na figura seguinte para testar o funcionamento dos servos no próximo passo.
c. Carregue o programa seguinte na IDE do Arduino para testar os servos e ajustar a largura de pulso para que eles fiquem parados quando desejado.

/*****************************************************************************
 * ajuste_rotacao_direcao_servos
 *
 * Ajuste dos valores de pulso máximo (max.pulse) e mínimo (min.pulse) para
 * que o servo mantenha-se parado quando for enviado o comando de 90 graus
 *
 * Fernando S. Pacheco - 2011
 *****************************************************************************/

#include "SoftwareServo.h"

SoftwareServo servo;

void setup()
{
  servo.attach(2); //Num. do pino (Arduino) em que o servo está conectado.
  // Teste um servo, anote o valor do max. pulse, e depois teste o outro.

  //servoL.setMaximumPulse(XXX);// esse é o valor que será testado no loop.
  //   Depois de obtê-lo, coloque aqui em cima e tire o comentário.
  //servoL.setMinimumPulse(XXX);// para um dos servos que testamos, 
  //   não resolveu mexer só no max. pulse.
  //   Ficou muito baixo e, assim, a velocidade máxima era pequena.
  //   Foi necessário, então, ajustar também o min. pulse

  Serial.begin(9600);
  Serial.println("ServoAdjust/Ajuste do servo");
}

void loop()
{
  for (int maxpulse=500; maxpulse!=3000; maxpulse+=10)  { 
    servoL.setMaximumPulse(maxpulse);
    servoL.write(90);
    Serial.println(maxpulse);
    SoftwareServo::refresh();
    delay(45);
    SoftwareServo::refresh();
    delay(45);
  }
  //Depois de ter um valor aproximado, diminua o incremento do laço e 
  //os valores inicial e final
  delay(500);
}
3. Conecte as rodas aos motores
a. Coloque o suporte do servo em cima da roda e marque o material que será retirado
b. Com a furadeira e/ou formão, retire parte do plástico até que o suporte fique encaixado e centralizado

c. Fure as rodas e fixe o suporte (aqui, para teste, não usei parafusos)

4. Fixe a placa Arduino e as chaves
a. Rosqueie os espaçadores no chassis
b. Coloque a placa do Arduino
c. Cole ou parafuse as chaves na frente do robô. Use a chapa de alumínio para fazer uma haste maior para as chaves

5. Faça as conexões elétricas
a. Siga o esquemático e faça as conexões elétricas na barra Sindal
6. Fixe as pilhas
a. Use os elásticos e o palito para fixar as pilhas
b. Coloque um pequeno pedaço de polietileno embaixo da bateria 9 V
7. Programe o microcontrolador
a. Use o programa exemplo abaixo.
 
/*****************************************************************************
 * robot_segue_luz_e_volta_quando_bate
 *
 * Robô vai para a direção com mais luminosidade, a partir da leitura de 
 *  dois LDRs (fotorresistores)
 * Também tem duas chaves na frente para detectar quando bate
 *
 * Código usa os resistores internos de pullup do ATmega
 *
 * Fernando S. Pacheco - 2011
 *****************************************************************************/
#include "SoftwareServo.h"
#define invON LOW
#define invOFF HIGH
#define leftColisionPin  11
#define rightColisionPin 10
#define leftLdrPin A0
#define rightLdrPin A1

SoftwareServo servoL;
SoftwareServo servoR;

int leftCol=invOFF;
int rightCol=invOFF;
int leftLight=0;
int rightLight=0;

void setup()
{
  Serial.begin(9600);
  servoL.attach(2);
  servoR.attach(3);
  servoL.setMinimumPulse(295); //coloque os valores que você obteve no 
  //  teste dos servos. (Insert here the values obtained during servo testing)
  servoL.setMaximumPulse(993);
  servoR.setMaximumPulse(1247);
  pinMode(leftColisionPin, INPUT);
  digitalWrite(leftColisionPin, HIGH); //habilitar os resistores internos de
  //  pullup. (To enable internal pullup resistor)
  pinMode(rightColisionPin, INPUT);
  digitalWrite(rightColisionPin, HIGH); //to enable internal pullup resistor
  pinMode(rightLdrPin, INPUT);
  digitalWrite(rightLdrPin, HIGH); //to enable internal pullup resistor
  pinMode(leftLdrPin, INPUT);
  digitalWrite(leftLdrPin, HIGH); //to enable internal pullup resistor
  //Wait 2 seconds to begin
  delay(2000);
  //Aumenta velocidade vagarosamente / Increment speed slowly
  for (int k=0; k!=90; ++k) {    
    servoL.write(90+k);   //forward/frente em 180 
    servoR.write(90-k); //forward/frente em 0
    SoftwareServo::refresh();
    delay(25);
  }
  }

void loop()
{
  //Segue para frente em velocidade máxima / Go forward at full speed
  servoL.write(180);
  servoR.write(0);
  SoftwareServo::refresh();

  //Lê LDRs / Read LDRs
  leftLight=analogRead(leftLdrPin);
  rightLight=analogRead(rightLdrPin);
  
  if (leftLight > rightLight)  {
    servoL.write(150); 
    servoR.write(70);
  }
  else  {
    servoL.write(110);
    servoR.write(30);
  }
  SoftwareServo::refresh();
  delay(45);  

  //Lê chaves de colisão / Read collision detection switches
  leftCol=digitalRead(leftColisionPin);
  rightCol=digitalRead(rightColisionPin);
  
  //Detecção de colisão / Collision detected
  if (leftCol == invON || rightCol == invON) {
    //Robô para trás / Reverse
    servoL.write(30);   //frente em 180 
    servoR.write(150); //frente em 0

    for (int k=0; k!=10; ++k) {    
      SoftwareServo::refresh();
      delay(45);
    }
    if (leftCol == invON)  {
      //Se bateu à esquerda, vira para a direita / Turn right to avoid collision
      for (int k=0; k!=17; ++k) {
        servoL.write(140);
        servoR.write(140);
        SoftwareServo::refresh();
        delay(45);
      }
    }
    else {
      if (rightCol == invON)  {
        //Se bateu à direta, vira para a esquerda / Turn left to avoid collision
        for (int k=0; k!=17; ++k) {
          servoL.write(40);
          servoR.write(40);
          SoftwareServo::refresh();
          delay(45);
        }
      }
    }
  }  
  SoftwareServo::refresh();
  delay(1);
}

Você pode fazer o download dos programas do robô aqui.
  
8. Teste
a. Divirta-se! Modifique! Comente o resultado!

9. Ideias para outras versões
a. Com sensores infravermelho, fazer um seguidor de linha
b. Incluir sensores para que o robô identifique limites de espaço (por exemplo, não cair de uma mesa)
c. Fazer acionamento remoto
d. Usar um pack de baterias LiPo (6 células; 7,2 V, por exemplo)


Estimativa de custos do robô V. 1.0


MaterialPreço (R$)Observação
Uma placa Arduino Duemilanove ou Arduino Uno74,00Preço no Brasil (Brasilrobotics); se quiser fazer uma comprar internacional, no Ebay você encontra mais barato
Dois servomotores (hobby servo) 9 g26,002 unidades no Brasil (Brasilrobotics); pode encontrar também em lojas de modelismo
Uma chapa de polietileno de alta densidade (PEAD ou HDPE, do nome em inglês)4,00Com uma tábua de cortar carne com aprox. 19x30 cm, é possível construir dois chassis
Duas rodas0,00Aproveitamento de sucata (impressora); caso não consiga, pode fazer de madeira, MDF ou com o polietileno
Pequeno pedaço de chapa de alumínio0,00Também pode ser obtido de sucata
Fios para conexões (AWG 26 a 30)5,00A melhor opção é comprar já com as pontas feitas (Brasilrobotics)
Dois elásticos de dinheiro0,00Para fixar as pilhas
Cabo e conector de alimentação para bateria 9 V1,00Peça quando comprar o Arduino
Uma bateria 9 V (quadrada)7,00Você também tem a opção de comprar uma recarregável
Um porta 4 pilhas tamanho AA1,00Facilmente encontrado em lojas de produtos eletrônicos
4 pilhas tamanho AA5,00Recarregáveis são uma ótima alternativa
Uma barra de conectores Sindal (12 bornes, 4 mm)3,00Em lojas de produtos eletrônicos ou elétricos
Duas chaves (microswitch com haste)3,00Opcionais, mas importantes para indicar quando o robô bate em um objeto
Dois LDRs1,50Opcionais; para fazer o robô seguir ou se afastar da luz
Dois espaçadores com rosca0,00De placa-mãe de computadores
Um palito0,00
Uma chave liga-desliga1,00
TOTAL131,50
Faça seu próprio robô: Versão 1.0
Bem-Vindo

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